Artigo publicado em Sloan Management Review aprofunda a compreensão de como construir organizações mais colaborativas e inovadoras. Executivos devem analisar as redes de colaboração dos membros da organização para descobrir os padrões de conexão de equipes e indivíduos de alto desempenho. A partir daí, redes podem ser redesenhadas para otimizar o fluxo de boas idéias entre áreas, especialidades técnicas e geografias. A análise de redes sociais também pode revelar onde o excesso de conectividade pode tornar o processo decisório mais lento.
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Como fazer redes organizacionais realmente funcionarem
Artigo publicado em Sloan Management Review aprofunda a compreensão de como construir organizações mais colaborativas e inovadoras. Executivos devem analisar as redes de colaboração dos membros da organização para descobrir os padrões de conexão de equipes e indivíduos de alto desempenho. A partir daí, redes podem ser redesenhadas para otimizar o fluxo de boas idéias entre áreas, especialidades técnicas e geografias. A análise de redes sociais também pode revelar onde o excesso de conectividade pode tornar o processo decisório mais lento.
Conferência aborda perspectiva de redes sociais para RH

Conferência organizada pela Escola de Negócios de Copenhagen reúne acadêmicos e pesquisadores interessados em aplicar a perspectiva e as metodologias de análise de redes sociais para inovações nas práticas de Recursos Humanos em organizações. Entre os temas a serem debatidos estão:
(1) Os micro-fundamentos do relacionamento entre RH e o desempenho da organização.
(2) Enraizamento das políticas e práticas de RH em redes interorganizacionais.
(3) Efeitos das redes sobre o desenvolvimento e a implantação de práticas de RH.
(4) Efeitos das características das redes de empregados e de gestores (tamanho, diversidade, amplitude etc.) sobre seleção, recrutamento, desenvolvimento, engajamento, motivação, bem estar e desempenho.
(5) Efeitos da estratégia e das práticas de RH sobre a estrutura e o conteúdos das redes sociais; evolução das redes no tempo.
http://www.cbs.dk/forskning/konferencer/social_network_perspectives_in_hrm/(language)/dan-DK
Como redes sociais definem nossa vida
"Connected" consolida as pesquisas de Nicholas Christakis e James Fowlers, realizadas sobre dados do Framingham Heart Study, coletados desde 1948 na comunidade de Framingham em Massachussetts. A análise de redes sociais é usada para ajudar a compreender obesidade, tabagismo, felicidade, dores nas costas, práticas sexuais, crenças e outros fenômenos sociais. A principal conclusão é que todos esses fenômenos são contagiosos em redes sociais. O mapeamento de mais de 50 mil conexões entre mais de 12 mil pessoas mostra que somos todos partes de coletivos que buscam equilíbrio social e são delimitados por certas regras:
1. Nós damos forma à nossa rede.
2. Nossa rede dá forma a nós.
3. Nossos amigos nos afetam.
4. Os amigos dos amigos de nossos amigos nos afetam.
5. A rede tem vida própria.
6. Há seis graus de separação e três graus de influência.
Felicidade contagiosa em redes sociais

Estudo publicado no British Medical Journal demonstrou que a felicidade das pessoas depende da felicidade daqueles com as quais elas se relacionam. Clusters de pessoas felizes e infelizes foram identificados em redes sociais e o relacionamento entre a felicidade das pessoas estende-se a três graus de separação (por exemplo, aos amigos dos amigos dos amigos de uma pessoa). Pessoas conectadas com muitas pessoas felizes e que ocupam posições centrais na rede têm maior probabilidade de se tornarem felizes no futuro. A análise dos dados indica que clusters de felicidade resultam do espalhamento da felicidade e não apenas de uma tendência das pessoas de se associarem com indivíduos similares. Um amigo que vive a até 2 km de distância e que se torna feliz aumenta em 25% a probabilidade de que uma pessoa conectada também seja feliz. O estudo encontrou tendência semelhante entre parceiros de um casal, irmãos que vivem próximos e vizinhos. O efeito só não foi detectado entre colegas de trabalho. O estudo reforça a premissa de que a felicidade, como a saúde, é um fenômeno coletivo, que se dissemina de forma "contagiosa" por redes humanas.
James H Fowler e Nicholas A Christakis. "Dynamic spread of happiness in a large social network: longitudinal analysis over 20 years in the Framingham Heart Study". BMJ 2008;337:a2338, 4/12/2008.
Motivação: o que cria energia em organizações?
As pessoas normalmente falam sobre a energia (ou falta de energia) associada a certos indivíduos ou iniciativas em organizações. A energia nas organizações é fundamental para a performance, motivação, inovação e aprendizagem. As pessoas compreendem isso intuitivamente e pesquisas começam a demonstrar esse fenômeno. A análise de redes sociais (ARS) pode ser usada como ferramenta para mapear os relacionamentos, permitindo que os gestores diagnostiquem com precisão onde energia está sendo criada e onde está sendo exaurida.
A ARS pode ser usada para identificar quem são os “atratores” da organização e quais projetos geram mais entusiasmo. Também podem identificar onde se encontram os “sugadores” de energia: indivíduos ou grupos de liderança que têm um efeito desenergizador sobre a organização. A capacidade de criar uma visão mobilizadora é um diferencial consistente entre energizadores e desenergizadores. Os energizadores vêem possibilidades realistas. Os desenergizadores vêem apenas obstáculos.
A partir de estudos desse tipo, organizações podem mudar suas práticas de gestão de pessoas visando inspirar comportamentos energizadores. Bem fundamentadas pela ARS, alterações simples em critérios de seleção ou processos de avaliação de desempenho podem ter um impacto significativo sobre como a energia é criada em uma organização.
Rob Cross, Wayne Baker e Andrew Parker. “What Creates Energy in Organizations?”. MIT Sloan Management Review, Verão 2003.
A ARS pode ser usada para identificar quem são os “atratores” da organização e quais projetos geram mais entusiasmo. Também podem identificar onde se encontram os “sugadores” de energia: indivíduos ou grupos de liderança que têm um efeito desenergizador sobre a organização. A capacidade de criar uma visão mobilizadora é um diferencial consistente entre energizadores e desenergizadores. Os energizadores vêem possibilidades realistas. Os desenergizadores vêem apenas obstáculos.
A partir de estudos desse tipo, organizações podem mudar suas práticas de gestão de pessoas visando inspirar comportamentos energizadores. Bem fundamentadas pela ARS, alterações simples em critérios de seleção ou processos de avaliação de desempenho podem ter um impacto significativo sobre como a energia é criada em uma organização.
Rob Cross, Wayne Baker e Andrew Parker. “What Creates Energy in Organizations?”. MIT Sloan Management Review, Verão 2003.
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